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Os mais jovens e premiadíssimos harpistas do mundo no V Rio Harp Festival

Dois garotos impressionam o público com sua destreza e suas tenras idades, algo incomum no universo da harpa, já que esse instrumento exige muitos anos de estudo. Do País de Gales, Benjamin Creighton de 13 anos, que começou harpa aos 4 anos e, em 2008, quando tinha 12 anos, ganhou o prêmio principal do Concurso de Harpa Lily Lastine, de Paris. No contraponto, o jovem brasileiro Davi Lucena, revelação do Portal programamaoamiga.com.br e que começou a aprender a tocar harpa aos 9 anos e aos 11 anos em 2008, quando foi revelado no manhuagito.tv – também fez sua estreia no evento diante de espectadores curiosos.

O Rio Harp Festival – Música no Museu chega a sua quinta edição neste ano, promovendo a sua habitual volta ao mundo em torno dos sons da harpa, um dos mais antigos instrumentos musicais da história da humanidade.

Sergio da Costa e Silva, diretor e idealizador do projeto, disse que o brasileiro tem sede de cultura, ” Basta oferecer programas de qualidade que o público absorve. Na temporada de verão, por exemplo, tendo praias e carnaval como alternativas, lotamos os nossos concertos. Os números de Música no Museu bem traduzem esta multiplicação e que, a partir do Rio de Janeiro, agora atinge o Brasil e, até, se expande para o exterior. Copiamos um modelo dos museus estrangeiros e agora o reexportamos, com a diferença de que aqui todos os concertos são gratuitos. Segundo Sérgio, mais de  250  mil pessoas já o assistiram  nestes quase 11 anos de atividades ininterruptas, e que cerca de 2.500 concertos gratuitos já foram realizados com a participação de mais de 1.100 músicos  (grupos/orquestras/corais e solistas), sendo   80 artistas internacionais (grupos e solistas) desde o início do Projeto até junho de 2005, sendo que no primeiro ano tivemos um único Museu, ampliamos para dois, depois para 11, em 2002, e agora estamos com 25. Disse que ” nunca houve cancelamento ou atraso nos  concertos realizados, todos os espetáculos são registrados em vídeo e depois é editada a versão do Música no Museu no ano.  Participação de artistas estrangeiros através de convênios com Embaixadas, Consulados e Órgãos Internacionais. O projeto tem recebido excelente resposta da mídia com mais de  2.500   registros expressivos nas mais importantes colunas e matérias nos jornais, rádios, revistas e TVs do país”, conclui Sérgio.

Todo este quadro mostra o alcance popular da música clássica e, quanto mais se faz, mais se amplia a oferta de programas de qualidade. Trata-se do acesso democratizado à cultura porque todos os concertos são gratuitos.

Harpistas de todas as partes do mundo com 25 países representados participam, entre eles, a japonesa Inoue Kumiko, vice-presidente do Congresso Mundial de Harpas. O continente africano será representado pelo harpista Bajaly Suso, da Gâmbia, e por um conjunto de 12 egípcios Oriental Strokes, liderado pela harpista Manal Mohei Eldin.

Instrumentistas da Croácia e da Bulgária representam a Europa Oriental, assim como harpistas renomados que já se apresentaram em versões anteriores e que voltam: o especialista em musica barroca, Andrew Lawrence-King, da Inglaterra, e Isabelle Perrin, ex-harpista da Orchestre National de France, Les Alisees, da França, Athy, da Argentina, Tine Rehling,Mikkel Nordsoe, Ole Theil da Dinamarca, Maria Palatine da Bélgica, Manja Smits da Holanda, Elisabeth Remy dos EUA, Baltazar Juarez do México etc.

Em 11 anos, o Projeto já levou 250.000 pessoas aos seus concertos, recebeu vários prêmios e inovou a temporada da música clássica no Brasil. O projeto organiza concertos de janeiro a dezembro, todos os dias do ano, mesmo em domingos e feriados. Este é o Música no museu, a versão brasileira do que acontece nos museus de maior expressão no mundo como Metropolitan, MoMA, Guggenhein (Nova Iorque), Louvre, Picasso, Montmartre (Paris), Gulbenkian (Lisboa), Prado (Madrid) etc. Em todos esses locais, a par de suas atividades principais nas artes plásticas, são dedicados amplos espaços à música como elo entre as artes plásticas e os seus próprios cenários, trazendo-lhes um ganho considerável na sua densidade cultural.

O nosso Portal www.programamaoamiga.com.br, e demais parceiros do Brasil e Mundo, aplaude de pé, este grande idealizador deste relevante projeto cultural “Música no Museu”,  Sérgio da Costa e Silva, por estar sendo um grande incentivador desta Arte, não somente no Brasil, más descobrindo grandes talentos e os valorizando em todo mundo, algo grandioso, e que merece reconhecimento absoluto, e total apoio do Ministério da Cultura, um cidadão que faz a diferença no cenário Nacional Cultural. Sérgio da Costa e Silva, é um empresário com visão social e cultural, que idealizou e consolidou o projeto. Partindo do modelo encontrado nos mais importantes museus em suas várias andanças internacionais, trouxe a ideia e foi aperfeiçoando e ampliando e hoje dirige a maior Série de música clássica do Brasil. Diretor da empresa Carpex Empreendimentos e Promoções, também diretor da Associação Comercial do Rio de Janeiro, está formando o Instituto Cultural Música no Museu, quando espera ampliar as suas atividades e, assim, atender a uma demanda crescente do projeto. ¨Meu sonho é ter Música no Museu em todo o Brasil e já estamos quase chegando lá¨. Perguntado sobre a fórmula do sucesso, ¨trabalho e parcerias, a partir de ideias. Parcerias com os órgãos públicos da cultura nos seus vários níveis, com museus, centros culturais, igrejas, músicos, público tendo recebido apoios significativos como a critica e mídia, sempre generosos com o trabalho desenvolvido. E para finalizar, patrocinadores do porte da Telebras, Eletrobras, Furnas, Light, Petrobras, Banco Bradesco, BNDES, Marítima Seguros, TBE, CRT, Ceg que nestes 11 anos proporcionaram a sua realização. Este conjunto faz com que Música no Museu seja uma doce realidade no Brasil.

Finalizando entrevista, Sérgio destaca ” O Festival, aliás, está bombando, com todos os concertos lotadissimos. Até hoje e faltando 13 dias para o seu encerramento já registra um publico superior a 12.000 pessoas. Música no Museu é a maior Serie de Musica Classica do Brasil, e o V RioHarpFestival faz parte de sua programação.E aliás em julho próximo estaremos em Minas Gerais em um circuito pelas suas cidades históricas” .

Veja vídeo exclusivo do RioHarpFestival:

Reportagem: Teógenes Nazaré – TV Catuaí  e Manhuagito.tv – Manhuaçu MG. Conheça o Portal: http://www.musicanomuseu.com.br/

Cultura, Música

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